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Nesta quarta-feira (4), ao retornar à Câmara Municipal de Cuiabá após quatro meses de afastamento, o vereador Sargento Joelson (PSB) utilizou a tribuna para rebater acusações da Operação Perfídia. Ele destacou que o autor da denúncia que deu origem à investigação responde a 51 processos criminais em Mato Grosso e outros estados, colocando em dúvida a credibilidade das informações apresentadas.
Joelson afirmou ainda que o prefeito Abilio Brunini (PL) agiu corretamente ao encaminhar a denúncia à Polícia Civil, mas reforçou sua inocência e a do vereador Chico 2000 (PL), também afastado durante a operação.
“O líder do prefeito não está aqui. Quer dizer que a minha parte não tem mágoas. Continuo sendo aquele vereador que, se for bom para Cuiabá, vou estar junto. Eu sou da base. Mas se estiver errado, se eu achar que não é bom para Cuiabá, eu vou gritar”, declarou, agradecendo também as orações recebidas.
Em tom emocionado, o parlamentar afirmou ter sido “crucificado e tratado como leproso” e que foi “condenado sem sequer ser ouvido” no processo. Joelson alegou ainda que tentaram “matá-lo politicamente” para encobrir um suposto rombo de R$ 4 milhões.
Segundo ele, a situação estaria ligada a uma armação política envolvendo a empresa HB20, responsável por parte das obras do Contorno Leste, em Cuiabá.
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