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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorização para receber a visita do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). O gestor já havia dito que aguardava permissão judicial para visitar Bolsonaro, que está há mais de 100 dias em prisão domiciliar, cumprindo pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.
A defesa afirma que o encontro tem finalidade de diálogo direto. Abílio diz que pretende visitá-lo por solidariedade e para saber de sua saúde, mas a movimentação ocorre em meio à crise interna no PL. O prefeito liderou a resistência contra uma possível aliança da sigla com o MDB da deputada Janaina Riva, movimento atribuído ao senador Wellington Fagundes, que tenta viabilizar sua pré-candidatura ao governo.
Com a rebelião, Abílio e outros prefeitos se aproximaram do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), também pré-candidato ao governo, alinhando-se a ele. A situação deixou fragilizada a pré-candidatura de Fagundes, especialmente após Bolsonaro demonstrar preferência por Pivetta.
Se autorizado, Abílio será o segundo mato-grossense a visitar Bolsonaro, depois do deputado federal José Medeiros, que tem encontro marcado para 2 de dezembro. Já o deputado estadual Gilberto Cattani também pediu autorização, mas ainda não teve resposta.
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