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Nesta sexta-feira (5) a Polícia Civil desencadeou a Operação Ditadura Faccional CPX, cumprindo ordens judiciais de prisão e busca e apreensão contra investigados por homicídios registrados em Cuiabá e Várzea Grande. As apurações apontam que um dos assassinatos está ligado à disputa entre facções criminosas, enquanto o outro teria sido motivado por conflito passional.
Um dos criminosos foi morto após receber a polícia a tiros no bairro Jequitibá. Ele foi identificado como Bruno César Amorim.
Ao todo, foram expedidos 11 mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão, autorizados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande. Eles estão relacionados ao caso que envolveu tortura, homicídio e ocultação de cadáver ocorrido em agosto, quando José Wallafe dos Santos foi morto em um complexo habitacional de Várzea Grande.
A vítima, sua esposa e o filho de dois anos foram rendidos por criminosos devido a uma possível disputa territorial. O corpo de José Wallafe foi localizado no dia 20 de agosto, em uma cova rasa, já em avançado estado de decomposição e com lesões provocadas por arma branca.
As investigações conduzidas pelo delegado Nilson André Faria de Oliveira identificaram diversos integrantes da facção envolvidos no crime.

Paralelamente, a Polícia Civil cumpriu outros dois mandados de prisão temporária, desta vez pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá, contra um casal apontado pela DHPP como responsável pelo homicídio de Edinaldo Honorato Lopes, de 36 anos, morto em 19 de março no bairro Três Barras. A vítima foi encontrada dentro de casa, com ferimentos de arma branca.
Testemunhas relataram ter visto uma mulher e um homem entrando no imóvel instantes antes do crime. Segundo a Polícia Civil, Edinaldo mantinha contato frequente com a investigada, fato que teria gerado ciúmes, ameaças e desentendimentos com o autor. O casal foi localizado em Jaciara e preso após trabalho de inteligência.
As ações integram a operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, estratégia do Governo de Mato Grosso para intensificar o combate às facções no Estado. Os presos passarão por audiência de custódia e permanecerão à disposição da Justiça.
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