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Nesta sexta-feira (19), o Governo de Mato Grosso inaugura o Hospital Central do Estado, localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá. A unidade permaneceu 34 anos com as obras inacabadas e teve o projeto arquitetônico totalmente refeito pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).
Com a reformulação, a estrutura passou de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída, representando uma ampliação de mais de três vezes o tamanho original, voltada ao atendimento de procedimentos de alta complexidade.
De acordo com a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, Mayara Galvão, esta foi a primeira vez que a SES desenvolveu integralmente um empreendimento desse porte, utilizando corpo técnico próprio e especializado.
Segundo ela, o projeto foi construído com base em estudos técnicos, visitas a hospitais de referência no país, análises comparativas e debates multidisciplinares, priorizando funcionalidade, segurança, humanização e eficiência, sempre com foco no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Cerca de 40 profissionais participaram diretamente da elaboração do projeto, entre arquitetos, engenheiros, analistas e técnicos, além do envolvimento indireto de aproximadamente 100 servidores da área de Infraestrutura.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou que a retomada da obra foi uma determinação do governador Mauro Mendes, com a orientação de garantir ambientes acolhedores para pacientes e acompanhantes.
Segundo ele, a entrega do Hospital Central representa um marco para a saúde pública estadual, simbolizando a valorização dos servidores, o fortalecimento da gestão pública e a disponibilização de um equipamento capaz de transformar o atendimento hospitalar em Mato Grosso.
A unidade contará com 287 leitos, sendo 78 de UTI, 18 semi-intensivos, 180 de enfermaria e 11 de isolamento. O hospital terá ainda dez salas cirúrgicas, incluindo estrutura para cirurgias robóticas, além de duas salas de hemodinâmica destinadas a procedimentos minimamente invasivos, como cateterismo cardíaco e angioplastia.
Entre as especialidades previstas estão cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, ortopedia, urologia, cirurgia oncológica, cirurgia vascular, cardiologia, neurocirurgia e hemodinâmica. No futuro, a unidade também deverá realizar transplantes.
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