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Nesta segunda-feira (29), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, apresentou um balanço das ações do Grupo de Trabalho (GT) da Mineração, criado para estruturar políticas públicas e impulsionar o desenvolvimento sustentável do setor mineral no estado. Segundo o parlamentar, a mineração desponta como uma das grandes forças econômicas de Mato Grosso, com potencial para se consolidar como o “novo agro”.
De acordo com Max Russi, o GT atua na construção de um ambiente regulatório moderno, seguro e sustentável, promovendo oportunidades, respeito ao meio ambiente e valorização de pequenos, médios e grandes empreendedores. O grupo desenvolve uma agenda multidisciplinar, com debates técnicos, articulação institucional, destraves administrativos e diálogo com órgãos públicos, cooperativas, pesquisadores e a sociedade civil.
Entre os principais avanços está a Lei Educa Mineração (Lei nº 12.727/2024), que instituiu a Semana Estadual da Campanha Educa Mineração. A iniciativa é realizada anualmente no mês de maio, com ações em Cuiabá, Guarantã do Norte, Matupá e Peixoto de Azevedo, aproximando estudantes e a população da realidade do setor mineral e das práticas sustentáveis.
Outro ponto de destaque foi a atuação do GT diante da Resolução ANM nº 208/2025, que gerava dúvidas e insegurança jurídica. O grupo promoveu mediações e orientações, garantindo mais segurança para garimpeiros, mineradores e investidores. Também houve avanços nas concessões de lavra no Vale do São Lourenço, fortalecendo o turismo mineral e a economia local, além da criação da Associação dos Balneários do Vale do São Lourenço.
No campo econômico e institucional, o GT consolidou três edições da Expominério, consideradas vitrines do setor em Mato Grosso, e contribuiu para a aprovação da Lei nº 13.111/2025, que instituiu os Selos Mineral Social e Mineral Sustentável, reconhecendo empresas que adotam boas práticas ambientais, sociais e de governança.
A área educacional também avançou com o Projeto Educa Mineração nas Escolas, que leva palestras, oficinas e visitas técnicas para estudantes da rede pública, além da parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio da Faculdade de Engenharia de Minas e do Instituto de Geociências, fortalecendo pesquisas e soluções voltadas ao desenvolvimento sustentável do setor.
Para Max Russi, o trabalho do GT demonstra que é possível conciliar desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e inclusão social, preparando Mato Grosso para se consolidar como um dos principais polos da mineração no Brasil.
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