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Mais dois suspeitos presos por morte de policial penal em Várzea Grande

Mais dois suspeitos presos por morte de policial penal em Várzea Grande

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Na quinta-feira (29), a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a segunda fase da Operação Contragolpe, com o objetivo de prender mais dois envolvidos no espancamento que resultou na morte do policial penal José Arlindo da Cunha, de 55 anos. O crime ocorreu em 22 de novembro de 2025, no bairro Marajoara, em Várzea Grande.

Conforme as investigações, um grupo de pessoas foi até a residência da vítima, chamou o policial no portão e passou a agredi-lo, inclusive com disparos de arma de fogo e violência física. José Arlindo não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Durante a ação, um dos agressores foi atingido por disparos efetuados pela própria vítima, em legítima defesa. O homem foi identificado como Rivaldo Caetano da Silva, que chegou a ser socorrido e levado ao Pronto-Socorro Municipal, mas morreu posteriormente.

As apurações apontam que o homicídio teria sido motivado por uma discussão anterior, ocorrida durante uma confraternização da qual o policial penal teria participado.

A primeira fase da Operação Contragolpe foi realizada em 17 de dezembro, quando a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriu três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão.

Com o avanço das investigações, mais dois suspeitos, de 28 e 30 anos, foram identificados como participantes do espancamento. Eles foram presos nesta quinta-feira, nos bairros Jardim Costa Verde e Jardim Marajoara, ambos em Várzea Grande.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no homicídio do policial penal José Arlindo da Cunha.

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