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Nesta segunda-feira (16), as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Cuiabá passaram a operar com reforço nas equipes médicas após registrarem aumento significativo na procura por atendimentos, principalmente de pacientes classificados com pulseira verde, que indica casos sem urgência ou emergência.
Entre as principais queixas estão dor de cabeça, dores no corpo, diarreia, vômito, sintomas gripais, dor de garganta e febre moderada, quadros considerados de baixa urgência, mas que ainda demandam avaliação médica.
Para enfrentar a alta demanda, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Adjunta de Atenção Secundária, ampliou o número de profissionais nas unidades. As quatro UPAs da capital — Verdão, Leblon, Morada do Ouro e Pascoal Ramos — passaram a contar com seis médicos clínicos gerais e dois pediatras por unidade, totalizando oito profissionais por plantão em cada UPA.
Com a medida, são 32 médicos atuando simultaneamente, o que contribui para a redução das filas e melhora no atendimento à população.
Além do reforço nas equipes, a gestão também promoveu reorganização no fluxo de atendimentos, com alinhamento entre as UPAs, o Hospital São Benedito, o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e a Central de Regulação Estadual. A estratégia busca agilizar transferências e aumentar a rotatividade de leitos hospitalares.
Segundo a Secretaria de Saúde, quando a atual gestão assumiu, em janeiro de 2025, o tempo de espera para pacientes com pulseira verde chegava a seis horas ou mais. Atualmente, já há registros de atendimentos realizados em menos de duas horas, mesmo com o aumento da procura.
A classificação de risco segue protocolo do Ministério da Saúde, priorizando casos mais graves. Pacientes com pulseira verde são considerados de baixa urgência, enquanto os classificados como amarelo ou laranja recebem atendimento imediato.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, reforçou a importância de buscar o serviço adequado. “Pacientes com sintomas leves devem procurar as Unidades de Saúde da Família. As UPAs são estruturadas para atender casos de maior gravidade”, destacou.
A orientação da Secretaria é que casos de menor complexidade também sejam atendidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), contribuindo para manter o fluxo adequado nas unidades de urgência e garantir mais agilidade para quem realmente precisa de atendimento imediato.
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