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Nesta quarta-feira (15), a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), apresentou o balanço do 3º Relatório Quadrimestral de Saúde (RQS) de 2025 durante audiência pública na Câmara de Vereadores. O documento reúne as ações realizadas entre setembro e dezembro, em cumprimento à Lei Complementar nº 141 de 2012, que exige transparência na aplicação de recursos da saúde.
A audiência contou com a presença da secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, da presidente da Comissão de Saúde, Michelly Alencar, e do vereador Dilemário Alencar.
Entre os destaques apresentados está a realização de mais de 1,2 milhão de atendimentos na Atenção Primária, reforçando o papel das unidades básicas como principal porta de entrada do sistema público de saúde.
Na média e alta complexidade, a rede manteve alto volume de atendimentos ao longo do ano. Já na urgência e emergência, unidades como a UPA Norte e a Policlínica do Pedra 90 se destacaram pela demanda expressiva. No setor hospitalar, foram registradas mais de 13 mil internações, sendo 36,01% com procedimentos cirúrgicos, evidenciando a capacidade de resposta da rede municipal.
Na área financeira, o relatório apontou superávit na execução de recursos municipais, especialmente em despesas com folha salarial e encargos, além de saldo positivo oriundo de emendas parlamentares federais. Os dados indicam equilíbrio na gestão orçamentária da saúde.
Outro ponto relevante foi a composição do quadro de servidores, com cerca de 75% dos profissionais sendo efetivos, fator considerado essencial para a continuidade das políticas públicas e a qualidade do atendimento.
Durante a apresentação, Deisi Bocalon destacou a importância da prestação de contas. “A apresentação do relatório é fundamental para demonstrar como os recursos estão sendo aplicados e quais resultados estão sendo alcançados. Conseguimos manter a rede funcionando e ampliar os atendimentos”, afirmou.
A vereadora Michelly Alencar também avaliou positivamente os dados e ressaltou que o levantamento permite planejar novas ações e fortalecer a rede de saúde.
O relatório ainda aponta desafios para os próximos períodos, como a implantação do prontuário eletrônico único, o fortalecimento da rede de saúde mental e a ampliação de leitos hospitalares.
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