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Nesta segunda-feira (20), a Prefeitura de Cuiabá dá início às aulas do Projeto Lutadoras, que chega à edição 2026 com 866 mulheres inscritas em atividades gratuitas de defesa pessoal. A iniciativa se consolida como uma das principais políticas públicas de fortalecimento feminino na capital.
Na fase preparatória, foram entregues 400 placas de tatame, incluindo no CRAS Osmar Cabral, um dos polos que receberão as turmas. A organização é coordenada pela diretora Eduarda Butakka e conta com apoio da instrutora de jiu-jitsu Polyanna Souza de Araújo.
Idealizado pela primeira-dama e vereadora Samantha Iris, o projeto é conduzido pela Secretaria Municipal da Mulher de Cuiabá, sob liderança da secretária Hadassah Suzannah, com apoio do Núcleo da Primeira-Dama. A proposta vai além do esporte, atuando na prevenção à violência contra a mulher e promovendo saúde, autoestima e autonomia.
Para este ano, o programa foi ampliado com 32 novas turmas distribuídas em 16 polos, com capacidade de até 60 alunas por unidade. As aulas ocorrem em diferentes regiões da cidade, com modalidades como jiu-jitsu, judô, capoeira, muay thai, karatê, taekwondo e wrestling.
Entre os locais de atividades estão espaços como a Praça Rachid Jaudy e centros comunitários espalhados pelas regiões sul, norte, leste e oeste. Algumas turmas específicas terão aulas realizadas diretamente na sede da secretaria.
A secretária destacou que o projeto evoluiu significativamente desde a criação. De 80 vagas iniciais, a iniciativa se aproxima agora de mil mulheres atendidas, ampliando o alcance e o impacto social.
Na primeira semana, as participantes terão um período de adaptação para conhecer os espaços e a estrutura. Não haverá aula nesta terça-feira (21), devido ao feriado de Tiradentes.
A expectativa da gestão é consolidar o Projeto Lutadoras como referência em inclusão, segurança e empoderamento feminino, fortalecendo políticas públicas voltadas às mulheres em Cuiabá.
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