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Nesta segunda-feira (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, solicitou ao colega Alexandre de Moraes a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no inquérito que apura a disseminação de fake news.
A medida foi tomada após críticas públicas feitas por Zema a integrantes da Corte e a divulgação de um vídeo nas redes sociais com uso de inteligência artificial, no qual aparecem representações simuladas dos ministros.
Segundo informações divulgadas pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o material apresenta fantoches que representam Dias Toffoli e o próprio Gilmar Mendes em um diálogo fictício.
Na notícia-crime, Mendes afirma que o conteúdo atinge a honra e a imagem do STF e de sua própria pessoa, classificando o vídeo como um “deepfake” produzido com recursos avançados de edição e simulação de voz.
O ministro também argumenta que a publicação teve o objetivo de fragilizar a credibilidade da instituição e promover a imagem pessoal de Zema, destacando que o conteúdo foi divulgado em perfis com milhões de seguidores.
O episódio ocorre em meio a um embate entre Zema e membros do STF. O ex-governador já havia feito declarações chamando ministros da Corte de “intocáveis” e defendendo medidas como impeachment e até prisão de magistrados, incluindo Toffoli e Moraes.
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