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Na sexta-feira (08), a investigação que apurava uma suposta espionagem no gabinete da prefeita de Flávia Moretti, em Várzea Grande, foi encerrada após laudo técnico concluir que os equipamentos encontrados no local eram apenas campainhas eletrônicas, sem qualquer capacidade de gravação ou monitoramento.
De acordo com a perícia, os aparelhos identificados no gabinete realizam apenas transmissão pontual de sinais digitais de curto alcance e não possuem componentes aptos a captar áudio, imagens ou dados do ambiente. O documento também aponta que os dispositivos não têm capacidade significativa de armazenamento de informações.
Com o resultado técnico, a polícia descartou completamente a hipótese de escutas clandestinas ou qualquer sistema de espionagem instalado na Prefeitura de Várzea Grande.
Responsável pelo caso, o delegado Ruy Guilherme Peral da Silva afirmou que as diligências foram concluídas após não serem encontradas evidências concretas de monitoramento ilegal no local.
“Considerando que não há outras informações concretas acerca da suposta prática de atos clandestinos de captação ambiental no gabinete da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, as diligências foram encerradas”, declarou o delegado.
Após o encerramento da apuração, os autos do procedimento foram encaminhados à Procuradoria Municipal de Várzea Grande.
O episódio teve início no dia 20 de março, quando um guarda municipal que atua no comando da corporação informou às autoridades que, durante uma vistoria realizada no gabinete da prefeitura, haviam sido encontrados equipamentos suspeitos de realizar captação ambiental clandestina.
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