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Mato Grosso identifica nova variante da gripe Influenza A H3N2 em Cuiabá e Várzea Grande

Mato Grosso identifica nova variante da gripe Influenza A H3N2 em Cuiabá e Várzea Grande

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Nesta sexta-feira (23), a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso informou que o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) identificou a circulação de uma nova variante da Influenza A (H3N2) no estado.

A análise genética do vírus foi realizada pelo Instituto Adolfo Lutz em quatro amostras coletadas em Cuiabá e Várzea Grande entre os meses de fevereiro e março deste ano.

A variante, denominada pela Organização Mundial da Saúde como Influenza A (H3N2) J.2.4.1, subclado K, vem apresentando rápida expansão desde agosto de 2025 em diversos países e já foi identificada em todas as regiões do Brasil.

Segundo a SES, até o momento não há evidências de que a nova variante provoque quadros mais graves da doença.

De acordo com a diretora do Lacen-MT, Elaine de Oliveira, o laboratório estadual envia mensalmente amostras para análise em São Paulo, contribuindo para o monitoramento dos vírus circulantes no país e para a definição da composição da vacina contra a gripe nos próximos anos.

“A detecção em Mato Grosso é importante porque demonstra a circulação local de um subclado de H3N2 em expansão nacional e internacional”, destacou a diretora.

Além de Mato Grosso, o subclado K da Influenza A também foi identificado nos estados do Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A SES reforçou que a nova variante não se trata de um vírus inédito, mas de uma alteração genética recente do H3N2, mantendo sintomas típicos de gripe, como:

  • Febre
  • Tosse
  • Dor no corpo
  • Dor de garganta
  • Coriza
  • Mal-estar

Ainda segundo a Secretaria, a vacinação segue sendo a principal forma de prevenção contra casos graves, internações e mortes.

A vacina contra a influenza está disponível gratuitamente nos postos de saúde para os grupos prioritários, entre eles:

  • Idosos
  • Crianças de seis meses a menores de seis anos
  • Gestantes
  • Puérperas
  • Pessoas com comorbidades
  • Profissionais da saúde
  • Professores
  • Povos indígenas e quilombolas
  • Pessoas privadas de liberdade
  • Integrantes das forças armadas

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