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Operação mira grupo suspeito de mandar matar jovem em MT

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Nesta terça-feira (14), a Polícia Civil deflagrou a Operação Elo Oculto para cumprir oito ordens judiciais relacionadas à investigação do homicídio de uma jovem de 20 anos, assassinada na madrugada de 10 de maio de 2026 dentro de uma casa noturna às margens da Rodovia MT-130, em Poxoréu.

Conforme as investigações conduzidas pela Delegacia de Poxoréu, a vítima estava no interior do estabelecimento quando um homem armado invadiu o local e efetuou diversos disparos. A jovem foi atingida em regiões vitais e morreu ainda no local.

As apurações apontam que o crime foi determinado por integrantes de uma facção criminosa com atuação na região. A motivação seria o fato de a mãe da vítima trabalhar na base da Polícia Militar de Poxoréu. Segundo a Polícia Civil, a jovem costumava ajudar a mãe na unidade policial e, por frequentar o local, foi equivocadamente apontada pelos criminosos como informante da polícia, o que teria motivado a ordem para sua execução.

A operação é coordenada pela Delegacia de Poxoréu, com apoio das delegacias da Regional de Primavera do Leste, e tem como alvo sete pessoas ligadas às linhas de investigação do inquérito.

Ao todo, a Justiça expediu sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, que estão sendo cumpridos simultaneamente nos municípios de Poxoréu, Primavera do Leste e Canarana.

Entre os investigados está um vereador de Poxoréu, contra quem foi decretada prisão temporária. A identidade dele não foi divulgada, e a investigação segue sob sigilo.

Durante as diligências, os policiais buscam documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam auxiliar no esclarecimento do homicídio, na identificação de eventuais outros envolvidos e na definição da participação de cada investigado.

De acordo com a Polícia Civil, o nome “Elo Oculto” faz referência às conexões investigadas entre os suspeitos, a execução do crime e os fatos ocorridos após o assassinato.

O inquérito policial permanece em andamento e tramita sob sigilo judicial. A expectativa é de que a análise dos materiais apreendidos contribua para o avanço das investigações.

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