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Cuiabá será palco, nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 2025, da 6ª Conferência Estadual das Cidades, promovida pelo Governo de Mato Grosso. Com o tema “Construindo a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano: caminhos para cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social”, o evento tem como objetivo fomentar um amplo debate sobre os rumos do planejamento urbano em todo o estado.
A conferência será um espaço estratégico para o diálogo entre o poder público e representantes da sociedade civil, abrindo caminhos para a formulação colaborativa de políticas urbanas que atendam às necessidades da população e respeitem os princípios da inclusão e da sustentabilidade.
Antes da fase estadual, cada município deve realizar sua conferência local até 20 de julho, com a missão de elaborar propostas e eleger delegados que levarão suas demandas à etapa estadual. Até o momento, apenas Sapezal e Marcelândia concluíram esse processo. A participação municipal é essencial para garantir a diversidade de vozes no debate estadual — e, posteriormente, nacional.
Durante os três dias de evento em Cuiabá, os participantes se dividirão em painéis temáticos, grupos de trabalho e sessões plenárias, totalizando 634 delegados. Estarão presentes representantes de gestores públicos, movimentos sociais, sindicatos, setor empresarial, ONGs, universidades e outras instituições ligadas ao desenvolvimento urbano.
Entre os pontos centrais das discussões, estarão:
- Integração dos setores urbanos, com foco na articulação entre moradia, transporte, saneamento básico e uso do solo;
- Gestão e financiamento estratégico, explorando soluções para captação de recursos e fortalecimento da governança urbana;
- Temas transversais contemporâneos, como mudanças climáticas, digitalização das cidades, planejamento territorial e segurança pública.
A programação também prevê a definição de prioridades para a gestão urbana em Mato Grosso, bem como a escolha das entidades que comporão o Conselho Estadual das Cidades.
No encerramento, serão eleitos os delegados que representarão o estado na 6ª Conferência Nacional das Cidades, prevista para ocorrer em Brasília, sob coordenação do Ministério das Cidades. Um relatório final reunirá todas as propostas aprovadas, consolidando as diretrizes para a construção de cidades mais justas e resilientes.
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