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Nesta quinta-feira (12), durante entrevista a delegada Jéssica Cristina de Assis avaliou a conduta de Marcos Pereira Soares, preso suspeito de estuprar e assassinar a própria irmã, Estéfane Pereira Soares, de 17 anos, em Cuiabá.
Durante as investigações, surgiram novos relatos que reforçam o comportamento suspeito do homem. Uma jovem que trabalha em um estúdio na região afirmou ter passado por momentos de tensão ao perceber que estava sendo observada pelo suspeito durante a madrugada.
Segundo o depoimento, Marcos permaneceu nas proximidades do estabelecimento entre 22h e 1h30, olhando repetidamente para dentro da empresa enquanto a funcionária trabalhava no local.
Imagens registradas por câmeras de segurança confirmam a presença do suspeito em frente ao estabelecimento, observando a jovem no interior do estúdio por um longo período. Em determinado momento, ele também teria se aproximado e pedido para trocar dinheiro, solicitação que foi recusada pela funcionária.
De acordo com a delegada responsável pelo caso, o comportamento apresentado pelo suspeito chamou a atenção das autoridades.
“Essa questão chegou ao nosso conhecimento. Recebemos as filmagens do estabelecimento dessa vítima e tudo leva a crer que o comportamento dele é muito denotativo de um criminoso sexual em série”, afirmou.
A investigadora destacou ainda a gravidade da situação e o risco que o suspeito pode representar para outras pessoas.
“O contexto todo é muito denotativo de uma pessoa que é imparável, que precisa ser detida, ser cerceada, que não tem condição nenhuma de viver em sociedade, que realmente é um perigo para mulheres, para meninas e para crianças também”, declarou.
A delegada também confirmou que há sinais claros de violência sexual no corpo da adolescente, embora a perícia ainda esteja em andamento.
Segundo ela, o corpo da vítima passa por exames periciais, e o laudo de necropsia ainda não foi finalizado.
“O corpo está sendo periciado, mas a necropsia ainda não foi concluída. Estamos mantendo contato com a Politec e aguardando a confirmação da perícia”, explicou.
As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime, considerado de extrema gravidade pelas autoridades.
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