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No domingo (4), a suplente de deputada estadual Edna Sampaio (PT) criticou pessoas que comemoraram a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, atribuída aos Estados Unidos, e afirmou que a situação representa uma ameaça à democracia e à soberania dos povos.
Apesar de reconhecer Maduro como ditador, em manifestação pública, Edna declarou que o cenário internacional vive um momento de grande instabilidade. Para ela, ações de intervenção externa colocam em risco instituições construídas no período pós-guerra.
“Nunca a democracia no mundo esteve tão em risco como agora. A invasão e golpe dos EUA na Venezuela é o maior escândalo que faz ruir todas as instituições construídas no pós-guerra para garantir a paz no mundo. Não haverá paz com invasão e ameaça à soberania dos povos”, afirmou.
Após a declaração, movimentos de esquerda e apoiadores passaram a convocar uma manifestação em Cuiabá, marcada para esta segunda-feira (5), às 17h, na Praça Ipiranga. O ato foi intitulado “Ato contra o terrorismo imperialista na Venezuela”.
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Na convocação divulgada nas redes sociais, os organizadores afirmam que o ex-presidente norte-americano Donald Trump e seu governo teriam atacado mais uma nação soberana, classificando o episódio como um “sequestro” do presidente venezuelano. O texto também aponta a mobilização popular como forma de enfrentamento ao que chamam de imperialismo e convoca a população a participar do protesto no Centro da Capital.
Até o momento, não há informações oficiais sobre mudanças no trânsito ou esquema de segurança em razão da manifestação.

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