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Escolas têm até 15 de abril para retificar dados da ‘Situação do Aluno’ no Censo Escolar

Escolas têm até 15 de abril para retificar dados da ‘Situação do Aluno’ no Censo Escolar

Começou nesta terça-feira (1º) o período de retificação do Censo Escolar da Educação Básica, focado na etapa ‘Situação do Aluno’. As instituições de ensino têm até o dia 15 de abril para revisar e corrigir informações relacionadas ao desempenho e movimentação dos estudantes ao longo de 2024.

Nesta fase, os dados declarados serão fundamentais para a análise do rendimento escolar, permitindo às escolas informarem se o aluno foi aprovado, reprovado, transferido, abandonou os estudos ou faleceu.

Importância dos dados para a qualidade educacional

Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a precisão dessas informações impacta diretamente os indicadores educacionais do estado. O coordenador do Censo Escolar na Seduc, Rodrigo Jacob, explica que as taxas de rendimento obtidas por meio do censo são essenciais para o cálculo do ICMS Educacional, que distribui recursos aos municípios conforme a qualidade da educação oferecida.

“Esses índices são um dos componentes do ICMS Educacional, estabelecido pela Lei Complementar 746/2022, e também servem para a complementação do VAAR no Fundeb”, ressalta Jacob.

Além disso, os dados revisados influenciam no cálculo da taxa de não resposta, um dos critérios analisados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Impacto na formulação de políticas públicas

A atualização correta das informações no Sistema Educacenso contribui diretamente para a melhoria da educação pública, pois permite o desenvolvimento de políticas mais eficientes, a distribuição adequada de recursos e a implementação de programas voltados para a melhoria do ensino.

“Ao garantir que os dados sejam fiéis à realidade, as escolas auxiliam na construção de um panorama mais preciso da educação no estado, possibilitando investimentos mais estratégicos e ações direcionadas para melhorar os índices educacionais”, conclui Rodrigo Jacob.

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