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Neste domingo (28), alunos da rede pública municipal de Cuiabá foram reconhecidos ao longo de 2025 pela produção de artes educativas voltadas ao combate ao trabalho infantil, à violência doméstica e à conscientização no trânsito. Mais de 50 estudantes se destacaram com músicas, poesias, contos literários, desenhos e peças teatrais, evidenciando talento e engajamento social.
O reconhecimento é resultado de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação (SME) com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal de Justiça, por meio dos projetos “MPT na Escola” e “A Escola Ensina, A Mulher Agradece” — este último com primeira edição coordenada pelo Judiciário em 2025.
O secretário municipal de Educação, Amauri Monge Fernandes, destacou o papel dos profissionais da educação no desempenho dos estudantes. “É um orgulho imenso ver crianças reconhecidas pelo talento ao abordar temas tão delicados socialmente. Esse resultado positivo é alcançado pela qualidade no ensino e pela dedicação dos professores e servidores. Seremos parceiros do Ministério Público do Trabalho e do Judiciário porque se trata do desenvolvimento da cidadania nas escolas”, afirmou.
Festival de teatro
No Festival Estudantil Temático de Teatro para o Trânsito (Fetran), uma aluna da rede municipal recebeu reconhecimento amplo por sua atuação artística. Rafaela Ribeiro Marques, do 3º ano da EMEB Silva Freire, no bairro Residencial Itapajé, conquistou o prêmio de melhor atriz, com nota 9,8, pela interpretação da peça “Saber e Não Cumprir Não Salva Vidas, Apaga Futuros, Apressa as Despedidas”.
O júri foi composto por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuam na educação para o trânsito, e por servidores da educação. Com 20 minutos de duração, a apresentação abordou, de forma educativa, as consequências da imprudência no trânsito, reforçando a importância da responsabilidade e do cumprimento das leis.
Direitos das crianças
A iniciativa também dialoga com a promoção dos direitos das crianças, como vida, educação, saúde, proteção contra violência e exploração, identidade e participação, essenciais para o desenvolvimento integral. Esses direitos estão previstos em instrumentos como a Convenção sobre os Direitos da Criança, a Declaração Universal dos Direitos das Crianças (1959) e, no Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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