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Neste sábado (20), a Rua 13 de Junho foi transformada em um grande espaço de lazer e comércio popular, na primeira edição da “Feira do Centro”, realizada pela Prefeitura de Cuiabá em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
O trecho entre as avenidas Getúlio Vargas e Isaac Póvoas permaneceu interditado para veículos das 7h às 16h, dando lugar a barracas de ambulantes, artesãos e feirantes, que levaram diversidade de produtos ao público. A ação faz parte de um projeto-piloto que busca revitalizar a economia do centro histórico e criar uma nova opção de lazer para as famílias cuiabanas.
Prefeitura aposta na mobilidade e inclusão
O prefeito Abílio Brunini acompanhou o evento e destacou que a feira proporciona mais movimento e segurança. “Vimos cadeirantes, idosos e crianças circulando com tranquilidade, sem o trânsito de carros. A sensação é de liberdade. Vamos avaliar os próximos resultados para definir a continuidade”, disse.
Comerciantes e ambulantes aprovam iniciativa
Trabalhadores do centro elogiaram o projeto. Lindomar, sorveteiro há 25 anos na Praça Alencastro, afirmou que a feira chegou em boa hora, mas sugeriu mais divulgação e opções de alimentação. Já Juliano, vendedor da loja China Bazaar, destacou que “ninguém perde, todos ganham com um evento bem organizado”.
A vendedora Ana Cássia, da Estilo Cosméticos, também aprovou, ressaltando que faltaram barracas de comida e bebida, especialmente diante do forte calor. Ela sugeriu que a feira aconteça ao menos quinzenalmente.
Apoio político e continuidade
O vereador Dilemário Alencar elogiou a iniciativa e defendeu que a feira se torne permanente. Para o ambulante Adriano Oliveira, o evento abre novas oportunidades: “Toda tentativa para movimentar o comércio é válida. Espero que continue”, disse.
Próxima edição será no sábado (27)
A Prefeitura confirmou que a segunda edição da Feira do Centro acontecerá no próximo sábado (27), com o mesmo formato. Após essa fase de testes, será feito um balanço para definir se o evento passará a integrar o calendário fixo da cidade.
O objetivo é claro: reocupar o centro histórico com cultura, lazer e comércio, fortalecendo a economia e gerando novas oportunidades para trabalhadores e empreendedores locais.
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