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Nesta terça-feira (3), a presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil (PL), se manifestou sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), iniciado na terça-feira (2).
Em sua declaração, a parlamentar afirmou que uma eventual condenação de Bolsonaro seria a “maior injustiça política do nosso país” e questionou a existência de provas contra o ex-presidente. Paula reforçou a posição de Bolsonaro como “o maior líder da direita” e criticou o que chamou de “sanções desproporcionais”, citando uso de tornozeleira, prisão domiciliar e presença de policiais federais na porta da residência do ex-presidente, sem visitas familiares.
“Bolsonaro vem sofrendo com sanções desproporcionais, com tornozeleira, prisão domiciliar, policiais federais na porta da casa, sem receber visita de familiares. E hoje começa o julgamento, e desde que me entendo por gente, se ele for condenado será a maior injustiça política do nosso país, um país que se diz democrático ocorrer uma coisa dessa”, declarou Calil.
Apesar das investigações indicarem a possível participação de Bolsonaro nos atos de 8 de janeiro de 2023, a presidente da Câmara demonstrou ceticismo quanto às acusações. “Nós vamos acompanhar quais são as provas, mas eu não acredito que o ex-presidente teria feito a trama golpista, como ele se refere, uma vez que a população estava ao lado do ex-presidente”, afirmou.
O julgamento apura a suposta participação do ex-presidente em uma trama golpista para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022. A investigação envolve depoimentos de delação premiada, como o do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, além de provas apreendidas em celulares e computadores, e aponta possível envolvimento de militares de alta patente e ex-ministros.
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