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As análises de DNA realizadas pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmaram a presença do material genético de Daferson da Silva Nunes nos vestígios biológicos coletados no corpo e nas vestes da vítima de crime sexual. O crime teria ocorrido durante uma corrida chamada por aplicativo, e, após a denúncia, o suspeito foi executado.
As primeiras respostas genéticas indicaram compatibilidade entre os vestígios biológicos e o perfil genético do suspeito, tanto no material coletado na vítima quanto nas roupas utilizadas durante o crime. Segundo a coordenadora de perícias em biologia molecular, Rosangela Ventura, a confirmação foi obtida após o processo de extração total, que detectou a presença do cromossomo Y, marcador da linhagem masculina.

“A vítima foi até a delegacia e, de maneira muito atenta, a Polícia Judiciária Civil solicitou as vestes, que também nos foram encaminhadas para análise. Tanto os materiais do corpo da vítima quanto das roupas usadas durante o fato apresentaram presença de material biológico do agressor, compatível com o perfil genético do suspeito”, destacou Rosangela Ventura.
Por se tratar de um registro oficial de estupro, o perfil genético será inserido no CODIS (Combined DNA Index System), banco nacional que permite confrontar vestígios biológicos com outros casos em investigação. Nas próximas etapas, a Politec dará prosseguimento aos exames de extração diferencial e à inserção definitiva do perfil no CODIS, ampliando as possibilidades de identificação em casos correlatos.
A instituição reforça a importância de que vítimas de violência sexual procurem atendimento pericial o quanto antes, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o crime, período em que há maior chance de detecção e preservação de vestígios biológicos.
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