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O chefe da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), demonstrou apoio à iniciativa do deputado Gilberto Cattani (PL) que busca impedir a posse de parlamentares condenados por peculato-desvio, prática popularmente chamada de “rachadinha”.
A discussão ganhou repercussão após a entrada da suplente Edna Sampaio (PT) no lugar de Valdir Barranco, que havia se afastado do mandato para cumprir o rodízio partidário. Edna, no entanto, foi destituída do cargo de vereadora em Cuiabá no ano passado, sob acusação de ter praticado rachadinha com a verba indenizatória de sua ex-chefe de gabinete.
Segundo Russi, independentemente do caso específico, essa conduta é incompatível com a vida pública.
“Qualquer parlamentar que se apropriar de parte do salário de servidor ou promover divisão ilegal de vencimentos não pode permanecer na política”, afirmou.
Ele destacou ainda que a prática configura desvio de valores que pertencem a trabalhadores, o que, em sua avaliação, exige punição exemplar.
“Quando se retira dinheiro do servidor que exerce sua função, trata-se de um ato grave que não pode ser aceito”, concluiu.
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