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Nesta segunda-feira (24.11), a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) intensificou as obras de recuperação do asfalto nas avenidas Prainha e XV de Novembro, dentro do projeto de implantação dos novos corredores de transporte. Nesses trechos, as faixas destinadas aos ônibus serão feitas com pavimento flexível, mantendo a concretagem apenas nas áreas de parada e estações.
De acordo com o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a escolha pelo asfalto segue critérios técnicos relacionados ao canal da Prainha. Estudos realizados durante o desenvolvimento dos projetos apontaram que o pavimento flexível oferece melhor desempenho para a região.
Nos corredores de transporte rápido será utilizado o asfalto CBUQ com adição de polímeros, material de alta performance e o mesmo aplicado na pista do Autódromo Internacional de Mato Grosso. A Avenida da Prainha também receberá uma nova pista, ampliando a capacidade viária e melhorando o fluxo de veículos.
Outro ponto decisivo para a adoção do asfalto é que boa parte do trajeto está em área onde a concessionária Águas Cuiabá realiza obras de drenagem por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público e a Prefeitura. As intervenções abrangem ruas como Mato Grosso, Voluntários da Pátria, Campo Grande, Isaac Póvoas, Getúlio Vargas e Cândido Mariano. A utilização de concreto poderia afetar o desempenho do novo sistema de captação de águas pluviais.
Marcelo reforça a necessidade de esclarecer a população sobre os problemas históricos de alagamentos no Centro. Segundo ele, as obras de mobilidade não são as responsáveis pelos episódios de inundação, que estão sendo tratados pelas ações previstas no TAC.
Mesmo assim, há um ponto crítico que será solucionado pelo Governo do Estado: a área em frente ao Shopping Popular, que registra alagamentos superiores a um metro e meio em dias de chuva intensa. O Estado já iniciou a instalação de novos bueiros e de um sistema de drenagem de alta capacidade, executado com métodos não destrutivos, para eliminar definitivamente o problema.
O secretário destaca que o objetivo principal permanece inalterado: garantir uma infraestrutura moderna para um transporte público mais rápido, eficiente e confortável.
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