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Vereadora critica uso de laudos psicológicos por feminicidas para evitar prisão; Vídeo

Vereadora critica uso de laudos psicológicos por feminicidas para evitar prisão; Vídeo

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Nesta semana, a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris (PL), voltou a cobrar rigor no enfrentamento ao feminicídio ao criticar a estratégia utilizada por criminosos que apresentam atestados de distúrbio emocional para tentar escapar da prisão. A manifestação ocorreu após a decisão da Justiça de libertar Daniel Bennemann Frasson, acusado de matar a esposa, Gleici Keli Geraldo de Souza, e ferir a filha de 7 anos, após a Politec concluir que ele é inimputável por depressão.

O crime, ocorrido em junho deste ano, em Lucas do Rio Verde, chocou o estado pela brutalidade. Segundo Samantha, a repetição desse tipo de alegação tem se tornado um padrão preocupante em casos de feminicídio.

A parlamentar afirmou que considera “esfarrapada” a justificativa de doença mental apresentada por agressores, destacando que as mulheres são mais propensas à depressão, mas não protagonizam índices semelhantes de violência letal.

Samantha ressaltou que não é médica, mas disse achar estranho que o mesmo argumento seja utilizado recorrentemente por assassinos de mulheres, defendendo que o tema exige revisão e atenção urgente por parte das autoridades. Para ela, há suspeita de que muitos desses criminosos apresentam sanidade mental preservada em outras situações, recorrendo ao argumento apenas para buscar benefícios no processo penal.

A vereadora reforçou que o assunto precisa ser observado com seriedade para evitar que feminicidas utilizem brechas legais para fugir da responsabilização.

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