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Nesta quarta-feira (26), em visita a Cuiabá, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), reforçou que não pretende recuar de seu projeto eleitoral para 2026. Ele afirmou que os governadores alinhados à direita têm condições reais de sustentar suas candidaturas, sem risco de fragmentação do eleitorado.
Zema contou que informou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre sua intenção de concorrer e que recebeu aval direto há cerca de quatro meses, quando o ex-chefe do Planalto ainda cumpria prisão domiciliar, hoje convertida em regime fechado na sede da Polícia Federal.
Segundo o governador, Bolsonaro sinalizou que uma eleição com mais nomes da direita fortaleceria o campo político, mesmo que haja preferência posterior por um candidato específico. De acordo com Zema, a conversa ocorreu de forma direta, sem intermediários.
Ele destacou que a presença de várias candidaturas não significa ruptura, mas sim estratégia: governadores bem avaliados teriam capacidade de alavancar votos expressivos em seus estados, ampliando a musculatura do grupo. Zema reforçou que a união está garantida no segundo turno, independentemente de quem avance à disputa final.
Entre os nomes cotados do bloco estão os governadores Ronaldo Caiado, Eduardo Leite, Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr, além de Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro. Todos devem enfrentar o presidente Lula (PT), que buscará a reeleição.
Ao ser questionado sobre eventuais ações iniciais caso seja eleito, Zema afirmou que pretende conceder perdão a Bolsonaro, encerrando processos ligados aos atos antidemocráticos que resultaram em sua prisão. Ele defendeu que a medida ajudaria a reduzir a polarização, prometendo ainda um governo sem extremismos ou radicalismos.
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