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Vídeo: EUA ataca Venezuela e Trump anuncia captura de Maduro; Lula condena ação

Vídeo: EUA ataca Venezuela e Trump anuncia captura de Maduro; Lula condena ação

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Nesta sábado (03), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou em suas redes sociais que as Forças Armadas estadunidenses realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela, incluindo bombardeios em Caracas, e que o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cília Flores, teriam sido capturados e retirados do país.

Trump afirmou que a operação foi “bem-sucedida” e que o líder venezuelano e sua esposa estão sob custódia norte-americana após a ação militar, sem detalhar o local em que se encontram ou como será o processo subsequente. O anúncio provocou repercussão imediata no cenário internacional.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou a ofensiva dos EUA, classificando os ataques e a captura de Maduro como uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela” e alertando para os riscos de um precedente perigoso nas relações internacionais.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também manifestou preocupação, afirmando que “nada justifica conflitos terminarem em bombardeio” e reforçando que guerra mata civis, destrói serviços de saúde e traz impactos humanitários, citando a situação na fronteira com a Venezuela.

Parlamentares brasileiros se posicionaram nas redes sociais contra a ação. O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) repudiou os ataques, defendendo o respeito à independência, à autodeterminação dos povos e à não-intervenção. O senador Jaques Wagner (PT-BA) classificou a ofensiva como violação do direito internacional e afirmou que conflitos devem ser resolvidos pelo diálogo e diplomacia, não pela força.

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) criticou Trump, dizendo que o ataque não tem nada de nobre e o relacionou a interesses do setor petrolífero dos EUA. Já o deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que a Venezuela sofre uma agressão militar que atinge civis, apontando para uma política imperialista que exporta guerra e violência, e pediu que a América do Sul não se cale diante da violação do direito internacional.

Até o momento, a Venezuela não divulgou uma confirmação oficial sobre a captura de Maduro ou detalhes sobre sua localização e condição após os ataques anunciados pelos Estados Unidos.

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