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Nesta terça-feira (14), entregadores por aplicativo realizaram uma manifestação em Cuiabá contra o Projeto de Lei 152, percorrendo o trajeto entre a Câmara Municipal e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
A mobilização reuniu trabalhadores da categoria, que demonstraram preocupação com possíveis impactos negativos da proposta, como redução de renda, aumento de custos operacionais e perda de autonomia no exercício da atividade.
Durante o ato, os manifestantes também cobraram um posicionamento mais claro dos representantes políticos em relação ao projeto. Segundo um dos representantes da classe, Estevão Cardoso, a proposta pode ampliar o controle das plataformas sobre os trabalhadores sem garantir contrapartidas.
De acordo com ele, há insatisfação com a forma como os aplicativos operam atualmente, incluindo bloqueios considerados arbitrários e falta de transparência nos ganhos. Ele também destacou que o projeto pode legitimar práticas que já são alvo de críticas por parte da categoria.
Outro ponto levantado pelos trabalhadores é a questão da remuneração. A categoria reivindica valor mínimo de R$ 10 por corrida e R$ 2,50 por quilômetro rodado, além de questionar critérios exigidos apenas dos motoristas, como antecedentes criminais, sem a mesma exigência para passageiros.
Os manifestantes afirmam que, da forma como está, o projeto não traz benefícios e pode agravar ainda mais a situação dos profissionais que dependem dos aplicativos para trabalhar.
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