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Nesta sexta-feira (17), a Prefeitura de Cuiabá destacou os avanços no atendimento pediátrico da capital, com base nos números consolidados dos primeiros meses de funcionamento do Centro Médico Infantil (CMI).
A unidade já contabiliza 20.766 atendimentos pediátricos, mantendo uma média de 6.922 atendimentos mensais e cerca de 175 atendimentos por dia, consolidando-se como referência em casos de urgência e emergência infantil no município.
Para acompanhar a alta demanda, a gestão municipal realizou, na quinta-feira (16), o chamamento de 33 técnicos de enfermagem, reforçando a equipe e ampliando a capacidade de atendimento da unidade.
O CMI dispõe de uma estrutura completa, com 28 leitos distribuídos entre salas vermelha, amarela e verde, além de leitos de isolamento e medicação. A unidade também conta com seis consultórios médicos, salas de triagem, curativos, inalação, exames laboratoriais, procedimentos invasivos e farmácia, garantindo maior resolutividade nos atendimentos.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, ressaltou a importância da unidade. “O Centro Médico Infantil representa um avanço na assistência pediátrica, com atendimento ágil e de qualidade, especialmente em casos de urgência. O reforço na equipe faz parte do nosso compromisso com um serviço cada vez mais seguro e eficiente”, afirmou.
Atualmente, o CMI conta com 159 profissionais, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, psicólogos, fisioterapeutas, odontólogos, assistentes sociais, além de equipe administrativa, assegurando o funcionamento contínuo do serviço.
Entre os diferenciais, está o atendimento odontológico pediátrico 24 horas, inclusive para casos de urgência, além de suporte especializado para crianças com necessidades especiais. O ambiente também foi planejado com estrutura lúdica, proporcionando mais conforto aos pacientes e seus acompanhantes.
Outro avanço é a implantação do serviço de neuropediatria, que está em fase final. O atendimento contará inicialmente com dois especialistas em regime de sobreaviso, acionados conforme critérios clínicos, como convulsões, rebaixamento de consciência e suspeitas de infecções do sistema nervoso central.
O protocolo estabelece prazos específicos: urgente (até 3 horas), prioritário (até 6 horas) e eletivo (até 24 horas), garantindo resposta adequada aos casos mais complexos.
A secretária adjunta Erika Carvalho destacou a evolução da unidade. “O CMI já demonstra sua relevância na rede municipal. Estamos ampliando serviços e qualificando a assistência continuamente, com foco em um cuidado mais especializado para as crianças”, pontuou.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que parte da demanda atendida na unidade envolve casos que poderiam ser resolvidos na atenção básica, como consultas de rotina. Por isso, a orientação é que situações sem urgência sejam direcionadas às Unidades de Saúde da Família (USFs), principais portas de entrada do SUS.
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