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Nesta quinta-feira (07), o ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado Federal, Pedro Taques (PSB), voltou a fazer acusações contra o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) envolvendo um suposto favorecimento em contratos ligados à construção do autódromo intitulado por Taques como “parque dos bilionários”.
Por meio de publicação, Taques questionou um suposto recebimento de R$ 208 milhões e afirmou que a obra foi concedida à empresa MTSUL.
Segundo o ex-governador, o processo de licitação estaria sendo conduzido pela MTPAR, cujo diretor seria Wener Santos. Taques também alegou que o diretor da MTSUL, identificado como Felisbino, seria sobrinho de Wener.
Na acusação, Pedro Taques afirma que duas empresas que apresentaram valores menores teriam sido desclassificadas por questões relacionadas a “falta de carimbo” e “carimbo ilegível”, o que, segundo ele, teria beneficiado a empresa vencedora da disputa.
O ex-governador também citou supostas ligações familiares e empresariais envolvendo atividades de mineração na região de Livramento.
De acordo com Taques, a MTSUL possuiria participação em um garimpo junto à mineradora Dois Irmãos, ligada a Cidinho e Wagner Santos, apontados por ele como familiares de integrantes envolvidos no processo.
Ainda na publicação, Pedro Taques mencionou a Minerbras, empresa que, segundo ele, teria pertencido anteriormente ao governador Mauro Mendes e à esposa Virgínia Mendes, sendo posteriormente transferida ao filho do casal.
Ao final das declarações, o ex-governador afirmou existir uma “ação entre amigos e parentes com dinheiro público” e cobrou explicações de Mauro Mendes sobre as acusações apresentadas.
Até o momento, o governador Mauro Mendes não havia se pronunciado oficialmente sobre as declarações feitas por Pedro Taques.
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