Nesta quarta-feira (27), o deputado federal e pré-candidato ao senado Zé Medeiros fez duras críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar o aumento da dívida pública federal, que ultrapassou a marca de R$ 8,6 trilhões. (Serviços e Informações do Brasil)
O parlamentar afirmou que o crescimento dos gastos públicos elevou os custos da dívida brasileira e colocou a economia nacional em situação preocupante.
Segundo Zé Medeiros, o Brasil estaria pagando mais de R$ 1 trilhão por ano em juros da dívida pública, cenário que classificou como alarmante.
“A economia do poder público não é muito diferente da nossa economia de casa. Se um cidadão já está todo endividado e ele precisa ir ao agiota para poder fechar as contas, então ele vai precisar sujeitar os juros que o cara cobrar”, declarou.
O deputado também responsabilizou a equipe econômica do governo federal pelo aumento do endividamento público e criticou a condução da política fiscal.
“Lula pegou há quatro anos o Brasil com dívida próxima de 400 bilhões e já levou para casa do trilhão. Quem vai resolver isso? Haddad? Gente, pelo amor de Deus, tirar o PT do poder é um ato de amor ao Brasil”, afirmou.
Dados divulgados pelo Tesouro Nacional apontam que a Dívida Pública Federal encerrou fevereiro de 2026 em R$ 8,840 trilhões, após crescimento de 18% ao longo de 2025. (Serviços e Informações do Brasil)
Durante a manifestação, o parlamentar ainda criticou a retomada de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para países como Cuba e Venezuela.
Segundo Medeiros, o Brasil corre riscos ao voltar a financiar projetos em nações que possuem histórico de inadimplência junto ao banco estatal.
“Mesmo nesse lamaçal econômico, eles acabam de aprovar uma legislação para voltar a despejar dinheiro em países que são conhecidos por darem calote. Nós precisamos salvar o Brasil. Do jeito que está, o Brasil vai quebrar”, disse.
Reportagens recentes apontam que Cuba e Venezuela acumulam débitos bilionários relacionados a operações financiadas pelo BNDES em gestões anteriores.
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