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Nesta quinta-feira, equipes da Polícia Militar foram acionadas via Ciosp para prestar apoio a uma viatura de resgate do Corpo de Bombeiros durante o atendimento de uma ocorrência de tentativa de homicídio no bairro Três Barras, em Cuiabá.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a equipe da viatura de resgate do Corpo de Bombeiros, comandada pela soldado BM Ariane Regina, que informou que a vítima apresentava um ferimento provocado por arma branca na região do peito, próximo ao coração.
Segundo os socorristas, a principal suspeita do crime seria a esposa da vítima, que já havia fugido do local antes da chegada das equipes.
Na sequência, uma equipe do Samu, na viatura Alfa 01, comandada pela médica Dra. Izabele, deu continuidade ao atendimento da vítima, que foi encaminhada em estado de urgência ao Hospital Municipal de Cuiabá.
Com as informações repassadas, os policiais iniciaram buscas pela suspeita nas proximidades. Durante as diligências, testemunhas relataram ter visto uma adolescente usando blusa de frio rosa listrada e calça jeans correndo em direção a uma residência localizada na Rua 04, no bairro Três Barras.
A equipe policial foi até o endereço informado e fez contato com a mãe da suspeita, identificada como Maria Juliana da Silva. Conforme o relato da mulher, a filha entrou correndo na residência e afirmou que havia brigado com o marido e o matado.
Com autorização da mãe, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram a adolescente.
Durante entrevista, a menor confessou a autoria do ato e relatou que havia consumido drogas ilícitas e bebidas alcoólicas antes da discussão com a vítima. Segundo ela, durante a briga, arremessou uma faca por cima do portão, atingindo o companheiro na região do tórax, próximo ao coração.
A adolescente afirmou ainda que fugiu do local após perceber a gravidade da situação.
A mãe da suspeita acompanhou toda a ação policial. Diante dos fatos, a menor foi apreendida e encaminhada à Central de Flagrantes para as providências cabíveis. Segundo a polícia, ela foi entregue sem lesões corporais e não houve necessidade do uso de algemas.
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