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Corpo de Bombeiros alerta para aumento do risco de incêndios com chegada da estiagem em Mato Grosso

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Neste mês de maio, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforçou o alerta para o início do período de estiagem no estado, fase marcada pela redução das chuvas, queda da umidade do ar e aumento significativo do risco de incêndios em áreas urbanas e de vegetação.

Segundo previsões do Instituto Nacional de Meteorologia, a região Centro-Oeste deve registrar chuvas próximas ou abaixo da média histórica, além de temperaturas elevadas em grande parte do território.

De acordo com o comandante-geral do CBMMT, Flávio Glêdson Vieira Bezerra, as condições climáticas típicas do período favorecem a rápida propagação do fogo e exigem maior conscientização da população.

“Essas condições climáticas favorecem a redução dos índices de umidade do solo e do ar, deixando a vegetação mais seca e propícia à rápida propagação do fogo. Por isso, o Corpo de Bombeiros Militar reforça o pedido para que a população evite práticas que possam iniciar focos de incêndio, tanto na área urbana quanto na zona rural”, afirmou.

O Corpo de Bombeiros destacou que o uso do fogo em áreas urbanas é proibido durante todo o ano. Entre as práticas vetadas estão a queima de lixo, folhas secas, limpeza de terrenos baldios com fogo e descarte de pontas de cigarro em locais com vegetação seca.

Segundo a corporação, além de representar riscos à segurança pública, à saúde e ao meio ambiente, essas ações podem configurar crime ambiental, sujeito às penalidades previstas em lei.

Em situações de flagrante de queimadas irregulares em áreas urbanas, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

O Governo de Mato Grosso também já definiu o período proibitivo do uso do fogo em áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. A restrição valerá entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026.

A medida leva em consideração fatores como estiagem prolongada, altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar, ondas de calor e ventos intensos, condições que aumentam significativamente o risco de incêndios florestais no estado.

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