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Polícia Civil prende suspeito de agredir companheira após decisão da Justiça em MT

Polícia Civil prende suspeito de agredir companheira após decisão da Justiça em MT

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Neste sábado, a Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por violência doméstica no município de Reserva do Cabaçal. A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia de Araputanga.

O suspeito havia sido preso anteriormente, mas acabou colocado em liberdade após audiência de custódia. Posteriormente, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva, que foi autorizada pela Justiça diante da gravidade do caso e do risco de fuga.

O crime aconteceu na madrugada do dia 17 de maio. Na ocasião, equipes da Polícia Militar encontraram a vítima com ferimentos graves no rosto, sendo necessário atendimento médico imediato. O suspeito, que tentava deixar o local, foi detido ainda durante a ocorrência.

Segundo as investigações, as agressões ocorreram na presença da filha pequena do casal. O homem alegou que o episódio aconteceu após consumo excessivo de bebidas alcoólicas durante um evento festivo. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal no âmbito da Lei Maria da Penha.

Na audiência de custódia, a Justiça havia determinado medidas cautelares alternativas à prisão. Contudo, o Ministério Público recorreu da decisão após apontar a gravidade do caso e a possibilidade de fuga do investigado, que já demonstrava intenção de deixar a cidade e se mudar para Colniza.

Após a expedição do mandado, os policiais civis da Delegacia de Araputanga iniciaram diligências para localizar o suspeito antes que ele deixasse a região. Depois de ser preso, ele foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

O delegado responsável pelo caso, Cleber Emanuel Neves, afirmou que a rápida atuação das forças de segurança reforça o compromisso no combate à violência doméstica.

A atuação de forma integrada com o Ministério Público e demais órgãos do sistema de justiça garante que as vítimas sejam amparadas e que os agressores respondam pelos atos praticados”, declarou o delegado.

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