Nesta terça-feira (6), o senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), se reuniu em Brasília com o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), para tratar das estratégias e dos próximos passos da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais.
Também participaram do encontro o deputado federal Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice na chapa, e o senador Rogério Marinho (PL), que atua como coordenador nacional da campanha. Medeiros esteve acompanhado de Odílio Balbinotti Filho, seu primeiro suplente e coordenador da campanha de Flávio em Mato Grosso, além do deputado federal Coronel Assis (PL).
Durante as articulações, Medeiros defendeu que o grupo adote uma postura de humildade diante da nova etapa da disputa e amplie as conversas com diferentes segmentos políticos. Para o senador eleito, o diálogo deve alcançar principalmente setores de centro, buscando alianças sem abandonar os princípios defendidos pelo grupo.
“A gente tem que ter a humildade de saber que nós temos um segundo turno. Precisamos conversar muito, mostrar que nós queremos a construção do Brasil, nós queremos equilíbrio. Nós somos radicalmente democráticos. Precisamos passar para as pessoas que temos habilidade para negociar, conversar, sem fugir dos nossos princípios, mas para convencer esses partidos de que vai ser bom para todo mundo se o Brasil estiver bem”, afirmou.
Medeiros também mencionou o comportamento do mercado financeiro após o primeiro turno como um sinal das expectativas relacionadas ao futuro econômico do país. Segundo ele, a movimentação registrada após o resultado eleitoral demonstra que existe atenção sobre os possíveis rumos da economia.
“Veja que não é uma coisa de retórica política nossa. Devido ao resultado da eleição, você viu o que aconteceu na Bolsa. Então há uma precificação, uma expectativa muito grande”, declarou.
A agenda em Brasília integra a fase de articulação política da campanha de Flávio Bolsonaro para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. A estratégia agora envolve ampliar alianças e buscar apoio de outras forças políticas antes da votação.
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