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Neste domingo (07) a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), anunciou o reforço das ações de conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da hanseníase, doença que ainda exige atenção contínua. Atualmente, o município acompanha 1.154 pacientes em tratamento, todos atendidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A hanseníase é uma infecção crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que atinge principalmente a pele e os nervos periféricos. Quando identificada nos estágios iniciais, o tratamento é simples, eficaz e evita sequelas. A partir do início da medicação, o paciente deixa de transmitir a doença, o que reforça a urgência de procurar atendimento ao notar os primeiros sintomas.
A transmissão ocorre principalmente por gotículas de saliva expelidas por pessoas infectadas que ainda não foram tratadas. Apesar de o bacilo ser altamente infectante, a maioria da população possui resistência natural, o que reduz significativamente o risco de adoecimento.
Os principais sinais de alerta incluem:
• Manchas na pele com alteração de sensibilidade;
• Dormência, formigamento ou perda de sensibilidade;
• Dor ou inchaço nos nervos;
• Pele ressecada;
• Redução da força muscular.
A Prefeitura orienta que qualquer pessoa com sintomas procure uma das 68 Unidades de Saúde da Família (USFs) de Cuiabá, que estão preparadas para realizar avaliação, diagnóstico, acompanhamento e orientação aos pacientes.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, ressaltou o compromisso da gestão com o enfrentamento da doença e reforçou que Cuiabá é referência no tratamento da hanseníase, destacando que o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura e reduz sequelas.
O tratamento, que pode durar entre 6 e 12 meses conforme o tipo da doença, é totalmente oferecido pelo SUS, com acompanhamento das equipes de saúde ao longo de todo o processo.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a hanseníase tem cura, e que a informação é essencial para combater o preconceito e garantir mais qualidade de vida à população. Em caso de dúvida, a orientação é clara: procure a USF mais próxima. O diagnóstico precoce faz toda a diferença.
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