Com informações da Assessoria – Guilherme Molina
Nesta quarta-feira (2) e quinta-feira (3), Cuiabá sediou um treinamento voltado ao combate ao mercado ilegal de bebidas, promovido pela Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE). A capacitação ocorreu na Academia de Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (Acadepol-MT) e reuniu 260 representantes das forças de segurança e fiscalização do Estado.
Participaram da programação integrantes da Receita Federal do Brasil (RFB), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT), além de alunos da Acadepol-MT.
Durante os encontros, especialistas da ABRABE apresentaram informações técnicas para auxiliar na identificação de bebidas falsificadas, descaminhadas ou comercializadas em desacordo com a legislação.
Também foram discutidos os impactos provocados pelo comércio ilegal, incluindo riscos à saúde pública, prejuízos à concorrência leal, perda de arrecadação tributária e ameaças à segurança da população.
Segundo a entidade, a integração entre forças de segurança, órgãos de fiscalização e o setor produtivo é fundamental para ampliar a eficiência das ações de enfrentamento ao mercado clandestino de bebidas.
A capacitação faz parte de um programa permanente desenvolvido pela ABRABE em parceria com autoridades de diferentes estados brasileiros. Ao longo dos últimos anos, a entidade tem promovido treinamentos destinados a policiais, agentes de fiscalização, guardas municipais e outros profissionais envolvidos na repressão ao comércio ilegal.
Em Cuiabá, a iniciativa contou com apoio da Politec e da Polícia Civil. Ao término das exposições, a ABRABE também entregou kits de padrões destinados a auxiliar trabalhos de perícia documentoscópica e química.
Atuação contra o mercado ilegal
Com mais de 52 anos de atuação, a ABRABE reúne categorias de bebidas alcoólicas produzidas no Brasil, como cachaça, cerveja, destilados e vinhos.
A entidade afirma atuar na promoção do consumo responsável, qualidade dos produtos, concorrência leal, proteção ao consumidor e sustentabilidade.
O combate ao mercado ilegal também faz parte da atuação permanente da associação, que oferece suporte técnico para operações de fiscalização, emissão de laudos de inautenticidade, produção de informações de inteligência para órgãos públicos e ações de conscientização destinadas a consumidores e comerciantes.
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