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Na sexta-feira (27), a senadora Margareth Buzetti demonstrou indignação com a exoneração do ministro Carlos Fávaro às vésperas da votação do relatório da CPMI do INSS, no Congresso Nacional.
Segundo a parlamentar, a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria sido uma estratégia para permitir que o ministro, como titular de mandato, participasse da votação, o que classificou como uma “manobra” para influenciar o resultado.
A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, teria como objetivo garantir um voto alinhado ao governo no relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social.
Buzetti afirmou ter sido surpreendida pela decisão, destacando que a ação indicaria insegurança do Executivo diante do parecer elaborado pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar.
Durante coletiva, a senadora também fez críticas diretas ao governo e defendeu que eventuais envolvidos nas investigações devem prestar esclarecimentos, independentemente de vínculo político.
A votação do relatório da CPMI do INSS ocorre em meio a um cenário de tensão política, com debates sobre responsabilização e possíveis indiciamentos citados no documento.
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