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Abilio diz que servidores que participarem de ato por RGA poderão sofrer medidas administrativas

Abilio diz que servidores que participarem de ato por RGA poderão sofrer medidas administrativas

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Nesta segunda-feira (25), o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou que os servidores municipais que deixarem seus postos de trabalho para participar da mobilização em defesa da Revisão Geral Anual (RGA) poderão ter falta registrada e sofrer medidas administrativas.

A manifestação está marcada para ocorrer em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e reúne reivindicações relacionadas ao reajuste salarial do funcionalismo público municipal.

Durante declaração à imprensa, o prefeito afirmou que a ausência dos servidores não será considerada liberação oficial do expediente.

“Quem faltar ao serviço vai ter a falta e as medidas necessárias. Nós não temos isso como liberação de trabalho no serviço público”, declarou.

Abilio também minimizou o impacto político da mobilização e afirmou não se sentir pressionado pelo movimento.

“Para mim não está me pressionando em nada. Eu acho que é um ato político, está mais com cara de ato político do que qualquer pressão”, disse.

Em outro trecho, o prefeito afirmou que o protesto teria motivação eleitoral.

“Não é uma manifestação em defesa do servidor. É uma manifestação em busca de voto. Isso é um ato político”, afirmou.

A declaração ocorre poucos dias após a Prefeitura de Cuiabá publicar a Revisão Geral Anual do funcionalismo municipal. Conforme o município, a recomposição aplicada foi de 4,11% para os servidores em geral e de 3,51% para os profissionais da educação, seguindo o índice oficial adotado pela administração.

Segundo o prefeito, a gestão já cumpriu a obrigação prevista na legislação.

“A gente acabou de aplicar o RGA, conforme a legislação prevê. Colocamos o percentual recomendado pelo IBGE”, completou.

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