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Prefeitura afirma que UPA Leblon opera com reforço médico e atendimento dentro dos protocolos do SUS

Prefeitura afirma que UPA Leblon opera com reforço médico e atendimento dentro dos protocolos do SUS

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Nesta terça-feira (2), a Prefeitura de Cuiabá informou que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital contam com equipes médicas reforçadas para atender à demanda diária e garantir assistência à população conforme os protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a UPA Leblon, também conhecida como UPA Leste, operou com seis médicos clínicos gerais, além de profissionais responsáveis pelo box de emergência, atendimento pediátrico, odontológico e visitas médicas.

Segundo os dados divulgados pela pasta, durante o período diurno havia apenas cinco pacientes internados na sala de medicação, enquanto no período noturno esse número caiu para três.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, afirmou que o monitoramento constante das unidades permite reforçar as equipes sempre que necessário.

“Nossa determinação é assegurar que nenhum paciente fique sem assistência. Por isso, monitoramos diariamente a demanda das unidades e, quando necessário, reforçamos as equipes médicas para garantir um atendimento ágil, seguro e dentro dos protocolos estabelecidos pelo SUS”, declarou.

Tempo de espera

A Secretaria informou que o fluxo de atendimento permaneceu dentro da normalidade. No consultório adulto, 27 pacientes aguardavam atendimento durante o expediente diurno.

Desse total, 12 receberam a pulseira verde, destinada a casos classificados como pouco urgentes. Nesses atendimentos, o tempo médio de espera foi de 1 hora e 8 minutos, dentro do limite de até 120 minutos previsto pelo Protocolo de Manchester.

Outros nove pacientes foram classificados com pulseira roxa, utilizada para identificar pessoas com prioridade legal, como idosos, gestantes, lactantes, pessoas com deficiência e acompanhantes de crianças de colo. Também estão incluídos nesse grupo pacientes identificados com pulseira preta, utilizada para alertar sobre alergias.

Além disso, seis pacientes receberam pulseira amarela, destinada a situações de gravidade moderada. O tempo médio de espera registrado para esse grupo foi de aproximadamente uma hora.

Segundo a pasta, não havia pacientes classificados com pulseiras laranja ou vermelha, categorias reservadas para casos muito urgentes ou emergências com risco iminente de morte.

Já no consultório pediátrico, o tempo médio de espera foi de 40 minutos.

Atendimento prioriza gravidade dos casos

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonsa, destacou que os indicadores demonstram eficiência no fluxo de atendimento da unidade.

De acordo com ele, a presença de profissionais extras contribui para reduzir filas e aumentar a segurança dos pacientes.

A Secretaria Municipal de Saúde reforçou ainda que as UPAs são destinadas ao atendimento de urgência e emergência e que a classificação de risco segue o Protocolo de Manchester, metodologia adotada nacionalmente para garantir que os pacientes em situação mais grave recebam atendimento prioritário, independentemente da ordem de chegada.

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